Sonhando com as máquinas que evoluem ao passo de ratos sedentos de espaço, olhando as vitrines que poluem as vistas, ganância e poder blasfemam na cara do outro.
Quem quer que seja, que não diga basta, que não diga chega.
Ora, sê besta sô...quem sou eu pra lhe dizer...mas digo, digo porque vi os homens fabricando as máquinas, aquelas sedentas de sentimentos, a fábrica do humano.
Véu das misteriosas noites em que alçamos insanos vôos para alem do mundo material, para alem do que chamamos de real.
Não diga nada, não diga nada...apenas sinta a leveza do ser...no balanço das águas, no murmúrio do ar.
Acredite no bem, viva para o amor, para que as máquinas aprendam, que os homens podem sonhar.
AF
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